quinta-feira, 18 de junho de 2009

Aguardo contato



Mara Regina Garcia Gengo

Psicóloga Clínica Pós Graduada em Psicoterapia Psicodinâmica Breve


Psicoterapia Breve: constitui-se de intervenção terapêutica com tempo e objetivos limitados. Estes objetivos são estabelecidos a partir de uma compreensão diagnóstica do paciente e da delimitação de um foco através de estratégias clínicas.

O estabelecimento da estratégia na condução do processo terapêutico, resulta do levantamento da queixa apresentada pelo cliente, dos motivos da procura e da identificação dos padrões recorrentes de sua conduta.

O planejamento será estruturado com a “eleição” do foco, que terá a concordância do cliente quanto aos objetivos pretendidos, bem como o tempo e as intervenções.

Aconselhamento Metafísico Transenergético:

Tudo que é vida merece sempre uma nova leitura.

A pessoa em transformação, o “saber” traz melhoras. Você como instrumento do seu trabalho é um processo de atualização no conhecimento, no auto conhecimento, escrevendo seu roteito de vida.

Saber que podemos nos libertar da mente, caminhando com lucidez para uma nova estruturação, aprendendo a nomear os sentimentos.

Lidar com a imensidão do ser, dimensão existencial, vivenciar as experiências da vida num sentido mais amplo.

Leitura Metafísica da saúde: Estados interiores que geram doenças.

Retomar o contato com o seu corpo. Confiar nesse sistema e saber utilizá-lo.

Lidar com o universo intuitivo.

Desbloquear e ativar os verdadeiros sentimentos a partir da sensibilidade.Identificar os padrões mentais que fazem com que repetimos ações.

Atingir a consciência plena de si mesmo.

O corpo fala, precisamos ouvi-lo.

Quais são esses mecanismos?O que cria bloqueios?Como percebê-los?


Psicossomática: A doença como caminho do auto conhecimento. Nossa personalidade definirá o nosso modo de agir, reagir e enfrentar as circunstâncias.A avaliação subjetiva que fazemos das situações, através da sensibilidade pessoal diante da vida exerce um efeito atenuante ou agravante desses eventos.

A forma mental de enfrentarmos as situações se dá diante de uma resposta emocional resultante da avaliação que fazemos da nossa realidade, essa indicará a “escolha somática” com a qual extravasaremos a emoção, isso dependerá de fatores ou mecanismos de defesa, desde os mais somáticos ou mais psíquicos.

Ao entrarmos em contato com esse processo decodificaremos com maior facilidade quais são esses mecanismos.


Transtorno Alimentar – Bulimia - Anorexia: Um grito interno que "quase" ninguem pode ouvir.

Essa "briga" é comigo ou com os outros?

Trabalho Psicoterápico individual e/ou grupo.

Escola de pais: Todos sabemos das inúmeras questões relacionadas à educação dos filhos e sentimos a responsabilidade que nos cabe nesta etapa da vida.Participar do universo dos filhos, podendo decodificar suas necessidades, sem o dever, culpas ou auto cobranças. Caminhando juntos e aprender um com o outro, isso requer o auto conhecimento.

Identidade Feminina: Diante das mudanças, do pedido da alma, a necessidade de expressar-se através das condições exigentes dos dias atuais versus a necessidade interior de viver de acordo com a natureza feminina.
Esta relação com seu próprio princípio feminino é o estado que a controla do fundo de sua própria natureza, pode estar muitas vezes inconsciente de que seja isto que controla, por não ter compreensão consciente de si mesma.Dar vida ao íntimo, através da própria força, é uma função psicológica de alta importância, essa função de auto relacionamento, é a ponte com o mundo exterior na qualidade de sentimento consciente aceito.

Psicologia feminina: trabalha sempre os conflitos inter pessoais e intra psíquicos, e pelo próprio apelo pessoal, a psicologia vem nos dizendo da necessidade de um novo olhar, a mulher no mundo. É crescente esse apelo, a consciência mostra que podemos assumir nossos desejos e atitudes.Essa força interna pode ser estimulada, facilitando nossa coragem de assumir a alma, o íntimo e para isso reconhecer-nos em potenciais e principalmente dentro dos nossos limites.
Workshops - temas Psicológicos diversos: Dinâmicas e Vivências

ASTROLOGIA: Astrologia estuda as influências dos corpos celestes sobre a vida e o comportamento do homem. Cabe à psicologia a inter-relação que vem somar-se ao mesmo interesse, o individual influenciado pelo mundo em que vivemos e nas relações que desenvolvemos.

Por isso, me permito olhar para a astrologia fazendo um elo com a psicologia, como um instrumento auxiliador no processo psicoterápico, podendo indicar um caminho, como um recurso de observação da identidade e personalidade, de como uma pessoa pode se utilizar com consciência de seu potencial.

Numa leitura conjunta e interligada, facilitará a proximidade de contato para o autoconhecimento.A astrologia passa a ser uma ferramenta que facilita o estudo do padrão das funções, personalidade e seu desenvolvimento da consciência e do ego.

O mapa astrológico apresenta a individualidade em potencial e assemelha-se à psicologia quando traz as possibilidades, limites e tendências que podem ser observadas, conscientizadas e possivelmente trabalhadas.




segunda-feira, 25 de maio de 2009

Você tem medo de sentir medo?

Você tem medo de sentir medo?

O medo pode ser entendido como um elo entre referênciais de qualquer emoção desagradável frente a um estímulo externo.

É a ausência de confiança, o desconhecimento da verdade, pavor, aflição, desassossego.
Acontece quando nossas fantasias parecem reais, sofremos e o vivenciamos por suposição, na maioria das vezes.
O medo nos remete a uma situação de solidão frente ao incontrolável, é essa sensação que nos enfraquece. Sem forças para reconhecer nossos limites, assim nos aventuramos pela imaginação.

O medo nos fecha a porta para a vida, nos impede de ir à frente, com a mesma força que escolhemos imaginar o que pode acontecer, acabamos vivenciando o temido, sofrendo todas as conseqüências antes mesmo do acontecido, na maioria das vezes sofremos a nossa própria fantasia.

Há medos que tentamos evitar, há medos concretos e medos que nem sabemos ou entendemos de que, e o porque.

Quantas vezes nos pegamos encarando situações reais, que se pensadas se estampariam como monstros em nossas mentes e, diante da situação percebemos que damos conta, o enfrentamos melhor e bem mais fácil do que temíamos de uma maneira nunca imaginada.

O organismo desencadeia sintomas com uma função importante para a sobrevivência. Como um alerta em situações que devemos ter precauções. Pela inteligência e maturidade.

O medo imaginado é o que nos coloca em uma luta constante na tentativa de evitar a dor de viver.

Em qual momento em nossa vida adquirimos essa sensação de fragilidade, tão grande que abrimos mão de continuarmos por algo que nos assusta de tal maneira que o próprio corpo físico grita de dor e desespero?

A busca de respostas, ou o próprio medo de sentir medo, transforma qualquer razão em um turbilhão de pensamentos de insegurança, que cada vez mais e mais parece nos ameaçar.

Uma sensação insuportável nos distancia da realidade, fazendo crescer nossas fantasias e nossa impotência.

As respostas procuradas parecem não ter lógica, então preferimos nos “proteger”, evitando a qualquer custo esse enfrentamento. Para isso pagamos o preço de nos sentirmos anulados diante da vida.

Diante da observação da realidade, detectando as causas das fantasias, podemos encarar essa fragilidade com inteligência e razão.

O poder que temos para nos destruir pode ser o mesmo poder que usaremos para nos “salvar”.

Liderança e relacionamento interpessoal


Liderança e relacionamento interpessoal

Liderar significa estar em comum acordo.
Só se lidera uma equipe quando esta está engajada num mesmo objetivo, para isso é necessário haver empatia de valores.

É fundamental que o líder saiba de suas próprias habilidades e limites, para que com inteligência e sensibilidade possa perceber os potenciais de cada um.

Há os lideres natos, que são escolhidos pela vida, pelos grupos, pelo carisma, muitas vezes até “sem querer”, adotam essa função por osmose. E da mesma maneira lidera pela confiança, pelo poderá ele atribuido.

Um líder se relaciona como um amigo, deve sentir que pode contar com a confiança e motivação de todos que estão na mesma empreitada. Ser compassivo, sem precipitações e pressões diante de decisões importantes. O valor dessa união se dá através do vínculo, inclusive emocional, estabelecido.

Crer no que está liderando é essencial.

Um líder consegue o êxito se realmente fizer com que sua equipe sinta o motivo dessa união, levar as condições onde parece não existir, ligados ao mesmo interesse. Seguir a frente, como quem carrega uma bandeira, demonstrando claramente sua intenção de objetivos e resultados com disposição, colaborando e lidando com o inesperado.

Agregar todos como um grupo, sem deixar de perceber a individualidade dos membros dessa equipe. O líder é o parâmetro que o grupo usa para medir sua criatividade, ousadia, integridade e respeito.

A comunicação é um fator essencial para isso. Saber ouvir e sentir que é ouvido. Deixar claro a importância da troca de idéias democraticamente.

Um líder não precisa e nem tem que mandar, não precisa e nem tem que exigir.
Precisa orientar, guiar, caminhar junto, proporcionando a cada um a sensação de sua importância e responsabilidade.

Responder pelo seu grupo, com total segurança.
Para isso é fundamental auto conhecimento, pois são nas relações que aprendemos sobre nós mesmos. Auto confiança facilita o desenvolvimento de competência e talento.

Ciúme: amor ou posse?

Ciúme: Amor ou Posse?
Uma pergunta.
Sobre assuntos distintos.

São de diferentes dimensões, emocionais e sentimentais. O senso comum responde a todos como se fossem iguais, ou correlatos.

Ciúme pode ser comparado a um conflito psíquico, complexos, compulsão que podem ser denominados como algo fora de controle, exageros de pensamentos obsessivos e muitas vezes, até devaneios.

Ciúme tem a ver com paixão, que quer dizer um olhar, um sentir cego para nós mesmos, é a impossibilidade de não podermos nos ver, e refletimos no outro o que admiramos em demasia em nós, ou em nossos sonhos de ser.

Com o ciúme fantasiamos um relacionamento de uma via única, por isso é difícil nos desligar, nos trás uma sensação de algo perigoso em que sentimos prazer mesmo que mesclado de dor e quanta dor.

É um apelo de um apego infantil, uma atração que nos faz escravos, que nos prende, é o oposto do que pensamos, com a intenção de segurar, quando nós quem ficamos presos.

O ciúme é uma distância de si mesmo, uma solidão diante de uma ilusão.

Posse é imaginar que algo me pertence e que está ao meu bel prazer, que deve explicações, que deve suprir minhas necessidades e expectativas.

Podemos confundi-lo com posse, em ter, em obter, em possuir, estar sob minha guarda, o outro não existe somente, a sensação de poder.

De tal maneira que não se percebe o outro como realmente é e, diante disso nem a si mesmo.
Há necessidade de controle, de auto-afirmação.

Esse poder sobre o outro a faz entrar em padrões “de ter que manter” e que acaba causando sofrimento. Novamente, uma solidão diante de uma ilusão.

Amor é algo sublime, superior que nos faz sentir liberdade e confiança e, essa não vem de fora, não vem do outro. Está dentro de si mesmo.

O amor não necessita de ninguém, é um sentimento individual algo único que pode ser compartilhado.

O amor não teme, não tem apego nem a sensação de poder. Sentimento do coração, da alma, independente até mesmo da troca, é intimo e individual.

O sentimento do amor não nos faz perder a identidade. Vivemos somente a realidade.

Essa é a importância de nos auto-conhecer, ser quem somos, saímos da hipocrisia do esperado, rompemos a barreira da ilusão, sentindo o outro como acréscimo em nossa vida. O ser amado tem uma importância incalculável. Mesmo distante ou separado o sentimento do amor não é abalado.

O que acrescentamos e vivenciamos através dos acontecimentos não tem mais a haver com o sentimento de amar.
O amor tem seu lugar específico, pode ser transformado, mas não anulado.

O amor não é somente um estado de espírito, é algo maior que nos faz voltar para nós mesmos, percebermos nossa sensibilidade, que nos facilita a compreensão do bem querer e com isso a possibilidade e espalhá-lo por tudo em que tocamos.

domingo, 17 de maio de 2009

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Psicologia Feminina!


Trabalhar os conflitos interpessoais e intrapsíquicos, através do próprio apelo pessoal.
A terapêutica vem mostrando a necessidade de um novo olhar da mulher no mundo.
É crescente esse apelo, a consciência mostra e exige que possamos e precisamos assumir nossos desejos e atitudes.
Essa força interna pode ser estimulada, e acaba por resgatar nossa coragem, de assumi-la com alma, do íntimo e para isso reconhecer nossos potenciais e principalmente nossos limites.
Diante das mudanças e desse clamor interno, há uma necessidade de expressão verdadeira de acordo com a natureza feminina, que se confronta com as exigências dos dias atuais e das cobranças sociais.
Esta relação com seu próprio princípio feminino que é controlado por sua própria natureza é na maioria das vezes inconsciente, principalmente por não ter a compreensão consciente de si.
Dar vida ao íntimo é permitir que venha a tona a essência de ser, através da própria força.
É uma função psicológica de alta importância, a função de auto relacionar-se, entre a ponte com o mundo exterior e percorrer o caminho de se encontrar na qualidade de sentir-se consciente diante da aceitação.

Essa tal liberdade!



Essa tal liberdade!


Essa tal liberdade que tanto procuramos, mas que nem sempre ousamos encará-la por não entendermos seu significado, depende do aqui e agora.
O pano de fundo das nossas ações pode estar relacionado com nosso passado, e sempre voltado para nosso futuro.
Deixar o presente passar desapercebido é o que pode nos levar as angústias e medos.
Quando tomamos posse do agora, podemos encarar e enfrentar o resultado, sem nos sentir vítimas, nos responsabilizando, tomando posse das nossas decisões.
Esse diferencial é de enorme importância, observar nossos atos desejados, nos ajuda a aprender e a compreender até onde e como podemos ir, aprendendo nossos valores com as próprias experiências.
Esse momento de agir, colocar-nos em ação, é ter o poder sobre nós mesmos. Isso é uma condição de amadurecimento de forma inteligente, porque no agora estamos de fato, vivendo e vivenciando a realidade.
Normalmente nos pegamos querendo "remodular" o passado ou "controlar" o futuro e assim não percebemos o presente.
Provavelmente seja nesse momento que nos perdemos na incompreensão da nossa impotência, assim nos entregamos a jogar para o destino os resultados da vida, como fatalidades ou determinismo.
Passamos a viver a neurose da frustração de que, o que passou não foi o que desejamos, e por isso o futuro estará comprometido, como se soubéssemos que, o que desejamos traria algo de diferente para nossos planos. Geramos com isso uma forma de conformismo e desânimo.
Viver o agora é somente o que nos cabe, da maneira que podemos, como nosso caráter nos permite, para assim enfrentarmos com maturidade o que virá, desenvolvendo a habilidade de responder para nós mesmos, podendo assumir nossas ações de coração aberto.
Diante disso podemos nos tornar mais fortes e responsáveis de fato, tomarmos as rédeas de nossa vida, sem nos lamentar, enfrentando os resultados.
Enquanto estivermos ocupados vivendo a vida, estaremos agindo com a vida e para vida.

sábado, 2 de maio de 2009

Resgatando a Identidade Feminina

Resgatando a Identidade Feminina

Não precisamos permanecer dominadas pelo arquétipo de uma única Deusa;
nem ter que vivenciar todas.
Definir a si mesma em relação a si mesma, por si mesma
Conheça-te e torna-te o que és!!!
Não precisamos mais viver em comparação aos homens, nem unicamente no mundo das mães,
podemos e devemos nos definir enquanto essência.
Gostaria de convidá-las a um mergulho no Universo Feminino.
Através dos mitos das Deusas, podemos descobrir nosso próprio mito.
Proponho um trabalho em grupo para mulheres interessadas no Auto Reconhecimento.

Esse trabalho visa à Busca Pessoal, por meio de troca de experiências, vivências, interação e união.
Resgatando a Alma Feminina, através dos arquétipos dos mitos, buscar nossa própria Identidade.

Entrem em contato.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Mudanças


MUDANÇAS - NOVA ERA - NOVO COMEÇO
Começar de novo, começar o novo, começar com o novo.
Há que ter espaço para os novos visitantes, novos hóspedes que permeiam nossa mente.
Para isso será preciso desapegar-nos de tudo que num momento foi base.
Com as mudanças, percebemos os papéis diferentes que cabe a cada um, muitas vezes percebemos que não serve mais, não mais como antes.
Nesse "novo começo" temos que decodificar certos papeis; o é ser Pai, Mãe, Irmão, Amigo, Namorado, Marido, Mulher, Filho, Vizinho, Trabalho?
Quando criança tínhamos isso como certo, mas agora com a globalização, tecnologia e inovações, estamos todos nos comunicando com uma rapidez impressionante, fazendo contatos que talvez sem isso jamais faríamos, reencontrando amigos redescobrindo outros tantos, nos comunicamos de acordo com cada momento que estamos vivendo, mandando mensagens de crescimento, auto ajuda, piadas, nos divertindo e ... nos sentindo cada vez mais sozinhos.
Pois essa integração é individual, meu amigo me manda algo mas não sabe do que preciso naquele momento.
Será que é isso mesmo que precisamos, será que essa é mesmo nossa vontade, de ficarmos sozinhos, sem o olhar, o toque, o afago do outro???
Será que não estamos prontos ou somos resistentes às mudanças?
O ser humano é flexível e adaptavél, já moramos em cavernas, não nos comunicávamos, nos adaptamos, enfrentamos muitas mudanças, ocorreram várias modificações, conforme nossas necessidades. Sentimos em algum momento que unidos seria muito melhor, somando seria mais produtivo. Assim nos juntamos.
Cada qual tinha seu papel, os pais podiam ensinar aos filhos a partir de suas experiências, ensinavam a viver para enfrentar lá fora, a sociedade. As responsabilidades faziam parte da vida como coisa natural.
Quando queríamos colo, sabiamos onde buscar e sabiamos que teríamos.
Nossa casa era um porto seguro, independente de qualquer coisa, saiamos de lá para formarmos outra familia. Com isso davámos continuidade ao aprendizado, quando percebemos que aprendiamos mais com os filhos do que ensinavamos.
Agora saimos de casa porque se tornou insuportável a convivência, insuportável ouvirmos assuntos que diferem das nossas idéias.
Eramos mais tolerantes, respeitávamos as diferenças, podiamos nos reunir, mesmo com discussões aprendíamos com todos que nos cercavam, e voltávamos a nos reunir.
Agora, achamos que para nos suportar, por orgulho ou por determinação das mudanças, somos intolerantes.
Não paramos mais para discutir, desitimos na primeira fala contrária a nossa.
Quando erámos crianças brincávamos, pulando, cantando, girando, usando nosso corpo de acordo com nossas emoções.
Íamos para o nosso quarto dormir para descansar do dia agitado que tivemos, não para não ouvir mais nada por hoje.
Tinhamos jardins, sentíamos o cheiro da terra, nossos cachorros eram animais de estimação, companheiros e amigos de muitas horas.
Parece que fomos por um caminho que acabou por negar nossas origens, de precisar acreditar que nos bastamos sozinhos. Pode ser que sim, mas diante dessa escolha, parece que perdemos o contato humano, e sabemos em nossas entranhas que nós precisamos uns dos outros, sim e o tempo todo.
Parece que com essas mudanças estamos deixando tudo ir, tudo parece ter uma importância menor.
Porque com os tempos modernos, pedir ajuda, compartilhar pode significar fraqueza.
Agora parece que só há competição.
Isso gera medo, insegurança.
Várias "doenças" que traduzem o que sentimos, e com isso acabamos nos conformando. Já que não podemos entrar em contato direto com a verdade interna, com o diagnóstico, parece que tudo fica tudo "respondido".
Diante do medo de enfrentarmos nossos fantasmas, nos dopamos com medicamentos, que nos faz dormir, dormir muito, pelo menos temos pseudo-horas de descanso. Ilusão.
Procuramos pela liberdade, corremos atrás investimos nisso, e agora não sabemos o que fazer com ela.
Nos pressionar, nos oprimir, entramos em depressão, auto depressão.
A depressão parece crescer, crescer e crescer em nós, e com isso nos sentimos diminuidos, como humanos e como pessoas.
Será que escolhemos a verdade, a nossa verdade ou temos que ser diferentes???
Será que vivemos de acordo com nossa vontade mesmo, ou não alimentamos a motivação de mudarmos de estação quando a música que toca não nos agrada?
Será que mantemos isso porque a maioria o faz?
Essas são reflexões que devemos fazer, é um compromisso conosco, diário, porque só nós mesmo podemos nos ajudar, o "botão" onde se acende a lâmpada da nossa alegria está dentro de nós, e quanto mais sozinhos nos sentimos mais distante, dificil de ser encontrado.
Escolhemos de fato isso para nós? Isso é que nos está fazendo crescer, amadurecer?
Estamos felizes com o que somos ou nos tornamos?
Bom momentos para reflexões, fica com o travesseiro e durma bem, se puder.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Maré de reflexões!

Somos meros navegantes, a vida é o o mar.
O que ela nos reserva, qual o seu propósito?
É o grande mistério.
Saber navegar ou ficr a deriva esse é o nosso compromisso.
Como estará a maré? como saberemos?
Talvez precisamos estar prontos para nos equilibrar diante de qualquer onda, que virá, e virá.
Além do nosso controle, além do nosso desejo, virá.
Podemos estar numa prnacha ou num navio ou até numa boia ou até quem sabe presos a algo em que nos agarramos de qualquer maneira "ela" é quem decide.
Sabermos somente qual o "tamanho" teremos para enfrentar as coias que aparecem em nossa frente.
Sermos humildes o suficiente para pedirmos ajuda.
Ajuda para que possamos gritar a nossa dor para o mundo.
Ajuda para nos amparar diante de um possível naufrágio.
Pois se ele existir mesmo, também temos que vê-lo como um propósito da vida, sempre será algo para que possamos nos ver mais de perto.
Algo para demonstrar o quanto podemos ou o quanto não podemos.
Diante desses momenteos também percerbermos que não estamos sós, nunca estamos sós.
Nesses momentos percebemos nossos amigos, nossos companheiros, todos na mesma nau, guiados e levados pela vida.
Isso tudo nos faz mais frágeis, diante do ego que considera que tudo pode, mas saber que nem nem sempre depende de nós.
Só podemos seguir o nosso caminho e andar sobre ele, como podemos, com humildade e reconhecimento dos limites.
Talvez esse, somente essa escolha tem a ver com nosso livre arbítrio, que nos mostrará o quanto estamos preparados ou não.
Talvez esse´seja o nosso único papel diante da vida, acompanhá-la.
Seguir o caminho que "ela" considera o melhor e o necessário para cada um de nós.
Confiantes, mesmo porque talvez não haja outra opção.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Harmonize-se


HARMONIZE-SE

“O Universo conspira a favor de todos aqueles que sinceramente amam a vida,
é através do amor que alcançarás teus objetivos, tua unidade interna e externa, tua liberdade...”

Há uma “egrégora” de busca da compreensão pessoal, que parece pulsar em todos nós de maneira intensa.

Cada vez mais percebemos o quanto esse momento nos chama para uma interiorização, uma revisão de valores, re-significação dos nossos valores.
Não podemos negar que estamos num núcleo de exigências, provações, de uma corrida atrás de bens materiais, de conforto, e muitas vezes nem sabemos direito do que.
Diante da satisfação, nos “sentimos” felizes, depois percebemos a “ilusão” porque só os momentos de realização preenche nossos corações. A satisfação, por maior que seja, é algo passageiro: “O Ter não preenche o Ser”.
Saber de si, saber das emoções, dos sentimentos, sair muitas vezes do racional “inteligentemente” acaba por nos completar mais e assim encontraremos algo maior, algo que faz sentido.
Essa mudança de paradigma nos liberta, nos mostra vários caminhos a serem descobertos e, com coragem, desafiados, sempre a partir do auto conhecimento, do amor próprio, que descobrimos nossos limites, onde podemos nos “bancar”, nos acolher, nos amar.
Fazemos parte da natureza, por isso estamos em constante transformação, muitas vezes, parece que tudo fica sem o significado da percepção, acabamos vivendo ou “levando” a vida conforme os padrões ditados nem bem sabemos por quem. Vivemos assim, muitas vezes “despercebidos de nós mesmos” por conta de desejos e anseios de chegarmos a algum lugar; nos pegamos recordando o passado ou elaborando nosso futuro, o AGORA, o HOJE, o PRESENTE, não nos damos conta. O “Presente” passa sem o devido valor.
Ficamos muitas vezes nos lamentando por algo que não tivemos ou fizemos, ou pelo que almejamos ter.
Quantas vezes nos pegamos solitários, distantes de nós mesmos e sentimos isso como um grande sofrimento, e são esses momentos em que nossa alma nos chama, que nos faz companhia, para acordarmos e seguir em frente. Esses momentos de introspecção, que por muitas vezes são traduzidos como tristeza, poderiam ser de grande valia se parássemos e voltássemos para o nosso eu interior, são momentos que nos possibilita ouvir o que realmente nosso coração precisa ou o que realmente quer nos dizer.
Enquanto não pararmos para prestar mais atenção nas “pequenas” grandes coisas da vida estaremos numa busca insana por algo.
A nossa individualidade não pode se perder no emaranhado de sonhos coletivos, no afã do consumismo ou da aparente satisfação.
Essa busca poderia ser traduzida apenas pela busca da paz interior, do presente, do que vivenciamos neste “exato momento”, na valorização própria, sem a espera do reconhecimento externo, que esse, mesmo chegando, acaba passando por nós sem que o percebamos, porque só poderíamos identificá-lo se estivéssemos sintonizados.
O melhor de tudo é que isso é possível a partir de quando nos sentirmos pertencentes à natureza. Pertencentes à união, assim, poderemos nos individualizar e seguir essa caminhada, cada um em seu tempo e, a seu modo, para o encontro de si mesmo.

Mara Regina Garcia Gengo.
Psicóloga Clínica.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Com que olhos você se vê?


Você diante de si mesma, vendo-se com seus prórpios olhos;
é uma questão de auto-estima.
Olhar-se para si, reconhecer-se diante do que você é, assumir e considerar seu jeito de ser, sentir o que sente independente de valores externos.
Ouvir a voz de sua alma, enquanto essência, se não for possível ainda fazer isso por você, você estará distante e ausente de si mesma.
Perceber sua capacitação, sua potencialidade e ousar a usar sua criatividade, permitindo-se criar o que você pode criar, isso fará toda aa diferença.
Se nos sentimos com erros, desacertos, podemos estar certos que estamos nos vendo com os olhos dos outros, ou outros olhos.
Permita-se olhar para suas virtudes, aceite que o melhor é para você, quanto sente que falta algo, sua estima cai, você passa a se comparar, querer colocar o outro em primeiro lugar, te avaliando, se entregando com menos valia, desperdiçando seu potencial.
Olhe para você, classifique o que pode fazer e como fazer, perceba como se sente, a tenha a gratidão e o prazer em executar o pedido de sua alma, não sai do seu caminho para agradar a ninguém.
Todas as respostas a suas perguntas estarão dentro de seu coração.
Assuma a sua vida, e não a dos outros, ou do que gostariam ou esperam que seja, Seja você.
Saia da ilusão do mundo, saiada tentação de que querer mostrar que pode só para agradar ao outro.
A responsabilidade de sua vida é com você, é sua, somente com você.
Utilize o termometro do seu senso, sinta a positividade e a coerência em tudo que fizer, só você saberá o que é funcional, sai dos padrões estabelecidos como certos, nós somos individuais, nossa alma nosso espirito tem propósitos únicos.
Você constroi seu destino de acordo com sua atividade mental.
Quem vive no que pensa e sente é você, o pensamento é seu, tudo o que percebe é através de sua referência interna.
Você tem o poder de selecionar, ser flexivel para provar, experimentar e escolher.
Em todas as situações da vida somos movidos pelas escolhas, essas podem ser feita pelo amor, toda nossa energia de escolha é voltada para o crescimento e o desenvolvimento, nós podemos, utiltizar o amor próprio a força e o nosso poder, que nos eleva. As escolhas feitas com sabedoria, são realizadoras, é o indicativo de que ouvimos nossa alma , assim jamais erraremos, estaremos nos vendo com nossos olhos,estaremos olhando para o nosso coração e o admirando.
Temos o poder de transcender, de renunciar o que não faz mais sentido, cabe a nós essa escolha, também de ficarmos do nosso lado e sermos felizes.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Agradecimento


Gostaria imensamente de agradecer a confiança e o comparecimento de vocês no workshop
e dizer da importância deste momento, de resgate, de atenção para com nossas questões internas e profundas.
O olhar para dentro, nos trás de volta as nossas origens, aos nossos encontros e reecontros,
Um momento de atenção à nossa alma, alerta-nos sobre tudo o quanto temos e sabemos e muitas vezes não nos lembramos.
As Deusas Gregas, que habitam nosso inconscicente se "alegregaram" em ter sido lembradas,
e com certeza nossas almas agradeceram por esse encontro.
Mais uma vez, de coração, agradeço, e as convido para muitos e outros encontros que teremos, sobre assuntos de alma e outros diversos, mas sempre com a mesma intenção, a de aprendermos a resgatar-nos interiormente, e resgatarmos tudo o quanto é possível, pois ninguém pode ser feliz por completo se deixando de lado, ou dando maior importância a fatores externos do que um olhar de carinho para dentro de nosso coração.
Precisamos nos renovar, sempre, nos arriscando e conquistando cada vez mais uma intimidade emocional conosco!

domingo, 30 de setembro de 2007

WORKSHOP -Resgatando a Indentidade feminina


"Não precisamos permanecer dominadas pelo arquétipo de uma única deusa, nem ter que vivenciar todas.
Definir a si mesma me relação a si mesma e por si mesma".

Gostaria de convidá-las a um mergulho no universo feminino.
Através dos arquétipos, dos mitos das deusas gregas, descobrirmos nosso próprio mito.

esse trabalho visa a busca pessoal através de troca de experiências e vivências, interação e união, resgatando a alma feminina em nós, buscando nossa própria identidade.

Proponho um trabalho em grupo para mulheres interessadas no "AUTO RECONHECIMENTO"

ESPERO POR VOCÊS!

dia 20/10/2007 das 10:00 hs às 17:00 hs
Rua Maquerobi, 86 sl 14 Praça da Árvore - São Paulo.

vagas limitadas
investimento = $ 50,00
inscrições até dia 18/10/2007

contato: 5078 65 33 // 9676 60 25

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Auto reconhecimento!


RESGATANDO A IDENTIDADE
FEMININA


Através dos mitos e arquétipos das Deusas Gregas refletirmos sobre a identidade feminina, abordando nossos potencias e limites.

Proporcionar uma abertura de consciência através da analogia mitológica que nos moldam a energia psíquica feminina e as semelhanças na mulher atual, para que consigamos resgatar e despertar nossa verdadeira identidade para estarmos inteiras e completas como mulheres.

Numa visão psicológica vivenciamos o feminino em dois campos de influências, interna e externa, a interna através dos arquétipos “divinos” que traduzem nossa essência, o externo por esteriótipos culturais e sociais, o que aprendemos ser.

Essas duas vertentes fazem parte integral de ser, através das deusas mitológicas, sentimos a presença e através do auto conhecimento poderemos identificá-las, usufruindo dessas forças.

As deusas são forças poderosas e invisíveis.
Quando a mulher sabe quais as deusas que dominam o seu íntimo adquire AUTO CONHECIMENTO E RESPEITO POR SI.

As sete Deusas e seus Arquétipos:

Ártemis – a caçadora, voltada à natureza, representa a possibilidade de uma mulher procurar seus próprios objetivos num terreno de sua própria escolha, sem perdê-los de vista. O sentindo de integridade, UMA EM SI MESMA, guerreiras e independentes, saem com suas mochilas pelas montanhas, pela vida, sozinha. Atitude de cuidar de si, auto confiante.
Amor pela liberdade. Forte e corajosa, contemplativa, Auto suficiente, precisa de pouca ou nenhuma energia masculina externa.
Não busca o erótico nos relacionamentos, pode viver sozinha, contemplativa. Seu trabalho normalmente é voltado para o lado pessoal, seus valores são voltados a sua satisfação própria. É considerada a mais independente das deusas.

Átena – (Atenas) deusa da sabedoria da arte e estrategista. Prática, inteligente, a mulher de mente racional, é governada mais pela razão que pela emoção.
Protetora e conselheira dos homens está sempre bem informada, muita ligada em tudo. A estudiosa, diplomática, um tanto conservadora. Formal.
Mantém a calma, desenvolve boas táticas dos conflitos e confusões.
Ama a coragem e a criatividade, uso excessivo da mente, curiosa, disciplinada. Tem senso de justiça. Auto-didata. Habilidosa. Planejadora.

Héstia – Representa a fogueira ativa, a chama acesa, quieta reservada, sua presença dá um toque de paz, a sábia, solteira, ordenada, organizada, independente, madura. Mulher que adquiriu sua independência psicológica sozinha, a que não foi mimada quando criança. Tem em sua expressão a força, a decisão. Mulher firme em seus propósitos coesa em suas ações. Parece viver mais a realidade sem muitos sonhos, não se deixa influenciar pelos acontecimentos maneira mais fria de ver a vida.
Seus filhos a vêem como forte e eles podem sentir-se submisso a ela, não por desejo mais pela referência de força interna.

Hera - deusa do casamento, o compromisso a esposa - status social e poder – desejo ardente de ser esposa. Principal prioridade ser esposa, leal e fiel. O casamento é o mais importante. Se sente completa através do companheiro.
Forte intensa e poderosa. Guerreira para defender seu padrão e posição social.
Trabalho é aspecto secundário na vida, seu casamento é sua carreira. Não atribui muita importância às amizades, as mulheres descomprometidas a ameaçam.
Totalmente voltada para o marido, veste-se para agradá-lo, o gosto do marido passa a ser seu, lugares sociais somente e através da companhia dele.
Apoio total aos objetivos do marido. Valoriza as aparências, mesmo num casamento fracassado prefere estar ao seu lado para que os outros a vejam como a esposa perfeita. Valoriza a imagem pública, ótima anfitriã.
Enquanto mãe, seus valores continuam voltados para o marido, são dominadoras e rígidas. Os filhos fazem parte do casamento.

Deméter – deusa nutridora, instinto materno.
Ser mãe, papel realizador, rodeada de crianças, a que provém o alimento, alimentar os outros é uma satisfação. Cuidar dos filhos, da casa, só amor, em primeiro lugar estão seus filhos, seus dependentes, seus maridos também são tratados como filhos, sente que sem ela nada funciona, procura sempre ajudar as pessoas e solidificar suas amizades.

Perséfone – a filha, a introvertida, modéstia e descrição, juvenil ansiosa para agradar. Não quer crescer. A que precisa ser orientada, guiada principalmente pela mãe. Figura forte e importante em sua vida. Sentimento de dependência.
Estudo é um passatempo, reservadas e reclusas, insegura, sempre perguntando por opiniões dos outros (principalmente da mãe). Figura da garota agradável, de boa família, deixando claro sua dependência, movida pela insegurança e fragilidade. Intuitiva. Mística.


Afrodite – deusa do amor e da beleza - a sexy, a amante, atraente, gosta de variedades e intensidade, ocupação criativa, arte música, dança, as coisas belas. Evoca a paixão em tudo que faz, pode ser volúvel, se atrai por homens criativos. A sedutora. Vivem o momento, o que estão sentindo no momento, seu desejo é seduzir, ganhar as coisas através de sua sedução. Vive mais o presente, o aqui e agora, falta de compromisso, que experimentar e não abre mãos de seus desejos e sonhos. Seus desejos são mais importantes que tudo, mesmo que efêmeros.
Mulher que estimula o ciúme das outras, sensível, sensual e vaidosa. Gosta de si. Vaidosa, fascinante.

Imaginar as deusas ativamente ajuda a mulher a trazê-las para perto, um contato possível de uma imagem vívida em sua mente, observar e ter uma conversa com cada uma delas, dando-lhes vida. Usando sua “imaginação ativa”, usando-a para perguntar e permitir-se ouvir as respostas.
Como resultado de suas decisões resolvem conflitos internos. Passo a passo, se tornará uma selecionadora que continuamente decide por si mesma qual deusa conquista sua felicidade.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Psicologia Feminina


A psicologia feminina trabalha sempre os conflitos inter pessoais e intra psíquicos, e pelo próprio apelo pessoal, a psicologia vem nos dizendo da necessidade de um novo olhar, a mulher no mundo, nos dias de hoje.

É crescente esse apelo, a consciência mostra que podemos assumir nossos desejos e atitudes.

Essa força interna pode ser estimulada, facilitando a nós o encorajamento de assumir a alma, e para isso reconhecer-nos em nossos potenciais e principalmente em nossos limites.

Uma vez que a mulher se torne consciente das forças que a influenciam, ela obtém o poder que o conhecimento proporciona.

No resgate feminino através das “deusas” internas, a mulher saberá do poder que modela seus comportamentos e suas emoções. Adquirindo seu auto conhecimento através dessas forças dominantes do seu íntimo.

Esses padrões afetam seus comportamentos de forma geral, em suas relações, e seus papeis que trazem marcas de determinadas deusas, enquanto mulher, mãe, amiga, esposa, filha, pessoa, ser humano.

“Toda mulher tem dons concedidos por deusas, que ela deve aprender e aceitar com gratidão. Toda mulher também tem deficiências concedidas pelas deusas, deficiência que ela deve reconhecer e superar para que haja modificação. A mulher não pode opor-se a viver um padrão determinado por um arquétipo subjacente de deusa até que ela esteja consciente de que tal padrão existe e procura realizar-se através dela”.

Identidade feminina

Um chamado da alma feminina

“ Que a mulher não permaneça dominada pelo arquétipo de uma única deusa, nem se sinta obrigada a vivenciar todas, mas que descubra seu próprio mito, construa sua própria história e privilegie sua escolha interior. Que a característica básica de mulher de participar muito de perto da criação, do nascimento, não sirva mais para lhe tirar o direito mais sagrado, nascer enquanto mulher, ser dona do desejo e vivenciar os diferentes aspectos das deusas em sua vida”
(Leda, M.D. Quinete Maas)

O “espírito” feminino sempre teve uma conotação mais subjetiva, relacionada aos sentimentos e menos as leis e princípios do mundo externo, gerando conflitos interiores devastadores para as mulheres.

Agora diante das mudanças, do pedido da alma, a necessidade de expressar-se através das condições exigentes dos dias atuais versus a necessidade interior de viver de acordo com a natureza feminina.

Esta relação com seu próprio princípio feminino é o estado que a controla do fundo de sua própria natureza, pode estar muitas vezes inconsciente de que seja isto que controla, por não ter compreensão consciente de si mesma.

O feminino tem seus próprio ritmos, gestos ancestrais, que é eterno, através da arte e memórias, envolvidos numa energia de passividade. Esse confinamento do sexo feminino diante de uma relação pode ser confundido a uma maneira limitada, até mesmo com o meio ambiente.

O caminho pra libertação do prazer e do desejo das mulheres constituiu uma grande ruptura na história, agora o chamado interno é possível ser ouvido, para fazer valer a pena, seguir nessa mesma intenção e unir-se aos potencias somando-os aos desejos e planos.

Dar vida ao íntimo, através da própria força, é uma função psicológica de alta importância, essa função de auto relacionamento, é a ponte com o mundo exterior na qualidade de sentimento consciente aceito.

Os mitos nos falam de fenômenos psíquicos que revelam a própria natureza da psique. Representando nosso mundo interno e que são comuns a todos nós, tornando-se compreensíveis na coletividade, como o “ideal” de todo ser humano que parte para a conquista da individualidade.

Como o mito é uma linguagem universal, coletiva, pode ser usado como ferramenta de insight, os mitos remete-nos ao profundo inconsciente, nos permitindo sonhar e ao mesmo tempo re-conhecer-nos, porque é algo gravado em nós, pulsando a espera do resgate.

Mesmo desempenhado um papel especifico na vida, temos interiormente o que é comum a todos, todos os deuses e deusas míticos têm algo impregnado em nós, que podemos reconhecer como parte integrante do nosso ser.

Não há uma ou outra coisa que nos faz completos, mas sim várias coisas, essa busca da completude que requer compreensão e auto conhecimento pode ser facilitada se formos em busca do nosso padrão natural.

Há várias características de mulheres, mesmo em uma só, mas muitas vezes não podemos ou não percebemos que em nós todas elas estão agindo, então sentimos a falta, e por isso nos cobramos por uma definição, e esta pode ser encontrada apenas pela soma de reconhecimentos.

Esse tipo de pensamento parece trazer uma “luz”, a lucidez de sermos muito mais do que pensamos ser, é preciso então identificar e assumir.
A felicidade não está fora, tudo está em nós, e só perceberemos se estivermos na intenção de sermos felizes, quanto maior essa condição de percepção, mais poderemos nos aproximar de nós mesmos, alimentando-nos com mais amor e real dedicação.

A realização não pode ser ditada, nem aprendida, pois é algo sentido, ninguém pode nos dizer o que é estar realizada, somente nossa alma pode traduzir este significado, a expressão da felicidade é a nossa busca.

O saber identificar amplia nossas potencialidades, amplia nosso gosto pela vida, nossas condições de transitarmos por esse mundo de aprendizado, cujo objetivo é de nos tornarmos felizes, de maneira mais flexível, mais calorosa, mais consciente.

Culturalmente fomos ensinados, qual seria o melhor papel a desempenhar, como um batalhão de soldados que age de modo comum e igual a todos, mas a alma, o nosso interior grita por uma unicidade, e é só através do auto conhecimento e coragem de assumir que poderemos nos realizar.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Todos com a mesma intenção!


"Para que você possa aceitar as coisas como elas são porque parte de nós é entendimento, mas a outra parte é aprendizado.
Que você possa ter força para vencer todos os seus medos e que no final possa alcançar seus objetivos porque parte de nós é cansaço, mas a outra parte é vontade.
Que você possa aprender a perder sem se sentir contrariado que toda a derrota lhe faça mais guerreiro, porque parte de nós é o que temos , mas a outra parte é sonho.
Que tudo aquilo que vês e escutas possa lhe trazer conhecimento que esse aprendizado possa ser longo e feliz, porque parte de nós é o que vivemos, mas a outra parte é o que esperamos.
Que a manhã possa lhe trazer todo dia a divina luz e que possa ser o teu único e verdadeiro caminho, porque parte de nós é duvida, mas a outra parte é crença.
Que durante a sua vida você possa construir sentimentos verdadeiros que você possa aceitar que só quem soube as sombras, um dia poderá saber a luz, porque parte de nós é angústia, mas a outra parte é conforto.
Que você nunca deixe de acreditar, nunca deixe de ter fé, porque parte de Deus é Amor
e a outra parte TAMBÉM". Osvaldo Montenegro
Que possamos ter sempre o discernimento dos nossos sentimentos
que nos apoiemos sempre, ficando de bem conosco, independente das situações
que possamos, partir de cada passo, aprendendo a enfretá-los cada vez mais maduros
cada vez mais seguros e cada vez mais confiantes
Sendo sempre nossa melhor companhia!

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Deixe-se em paz!!!

Permitir soltar-se, aliviar-se dos pesos, das amarras, que carregamos sem ao menos saber o motivo.

Retirar os encargos, as tarefas comprometedoras, os compromissos assumidos pelo impulso e
livrar-nos das expectativas e resultados.

Sairmos dos roteiros, preparados desde a muito, tudo isso sem ao menos termos perguntado ou consultado nossa alma.

Isso parece tão distante das nossas possibilidades, mas é esse o treino que poderíamos nos dar como "tarefa" gratificante, como um presente pessoal, repleto de verdades, de alegria e harmonia.

Poderíamos aceitar nossa condição de escolha, por nós, escolha pela nossa paz.

Paz é o estado de sentir-se bem, sentir-se leve e livre, com o pensamento voltado para nossas qualidades.
Se nos permitirmos olhar bem de perto, veremos que temos somente qualidades. Todas nossas ações verdadeiras, de entregas verdadeiras, de alegrias verdadeiras, são qualidades.
Teimamos em olhar somente para o que achamos e denominamos de defeitos, isso não passa de algo fora ou diferente de roteiros e de expectativas que desenhamos.
Na maioria das vezes nem perceber, nem sentimos e vamos traçando caminhos que consideramos "certos", mas não paramos para checar e sentir se realmente é o "certo"para nós.

diante desse auto-abandono, nos sentimos solitários, sem rumo, mesmo quando estamos acompanhados.
Quando estamos distantes da nossa alma, estamos distantes de nós mesmos.e por isso estaremos sempre sozinhos.

Convido a todos a essa reflexão. Merecemos um tempo, mesmo que seja 1 minuto por dia
para tentarmos essa aproximação, parece estranho, mas merecemos um tempo para olharmos no espelho e poder nos reconhecer.
Olhando bem no fundo de nossos olhos e, assim poder perceber e sentir o "feliz" que há em nós.

Conto com vocês!

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Despertar

O restabelecimento do carater sagrado de SER se dá ao encontrar em sua vida seu significado real, o amor, a verdadeira liberdade e a graça em viver.

Redescobrindo você em seu jeito de ser, poderá encontrar a chave de acesso a sua espiritualidade.
O encontro de seu próprio caminho sem a interferência de ninguém, percebendo-se como único instrumento de fortalecimento e recuperando seu poder pessoal.
A presença do amor em nossa vida, só depende de nós, essas questões poderiam fazer parte de nossas vidas, muitas vezes nos pegamos "carentes" e delegamos essa falta no outro que não nos proporciona tal prazer.
Esse sentimento revela a própria ausência de si.
Quem sabe o que você precisa, o que você realmente quer, o "tamanho" do seu frio?
Somente você.
Quando nossa alma reclama de falta, ela está nos dizendo o quanto estamos distantes de nós, quanto mais dificil de ouvir a esse chamado, menos ouvido estamos dando a ela.
Podiamos nos proporcionar palavras reconfortantes de carinho, ao olharmos para dentro de nossos olhos, num diálogo verdadeiro de agradecimento ou mesmo de crítica, mas puramente sinceros de quem se vê.
Como sabermos de nós, das nossas angústias e das nossas alegrias?
Como nos dar o que queremos e precisamos, e para isso ainda, será que sabemos de que precisamos?
Na busca constante de apoio, muitas vezes nem percebemos como destruimos nossos portos seguros e acabamos passando a vida num eterno lamentar.
Podiamos olhar a vida com mais prazer, entrar em contato com nossa beleza e complementá-la espalhando-a em forma de amor e alegria. Nos saciar de coisas bonitas e gostosas, dar a graça da vida com risos e brincadeiras. Recuperar nossa criança interior, aquela mesma que sempre gostou de diversão, que considerava que dormir era perda de tempo, que sonhava com o dia seguinte porque algo novo podia acontecer, nos pegávamos "bolando" estratégias cheias de criatividade para o dia seguinte.
Podiamos partir desse ponto todos os dias, onde tudo começou e dar continuidade a esse prazer de aprendizagem e desenvolvimento.
Nos permitir fazer tudo o que somente nos agrada e do jeito que nos agrada.
Agora é hora da felicidade interna, sentí-la próxima e resgatar a partir do que já sabemos, complementando com o que aprendemos, trazer alegria e graça em tudo que fazemos.
É um novo modo de olhar. Podemos tentar sempre.

sábado, 16 de junho de 2007

Busca Pessoal


Como atingimos nossos objetivos, é a maneira de como conduzimos melhor a vida;
nosso modo de ação não é a maneira de como se pensa objetivamente, mas de como colorimos nossas experiências.
O modo de ação tem a ver com a alegria de viver e com as possibilidades de corrigir os erros, aceitando-os.
O colorido é o contraste de um quadro dentro de suas nuances, esse tempero se dá através da aprendizagem eaceitação do nosso temperamento.
A possibilidade de descrever e determinar o ritmo com que você cria e vive a vida, no processo do auto conhecimento se dá pela aceitação da verdade única e interna.
A verdade interna é o principio que governa a vida.
O principio básico da verdade, é que a mente de cada um forma uma só unidade com o Maior.
Essa compreensão se dá quando a consciência individual se expande e abraça o conceito da sua própria essência.
Esse olhar para si, é o olhar que acolhe, que abriga.
Não podemos esperar do outro, esse olhar é de quem sabe o que precisa e o que quer.
O auto conhecimento é o melhor presente para nossa alma, para o resgate da felicidade que há dentro de nós.
A busca pessoal, nos dá um sinal de alerta, que acena a todo instante para que nós não nos perdemos de vista.
É um pedido pessoal de crescimento inerente a natureza humana.